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Informe o valor do veículo, a entrada, o prazo e a taxa mensal para calcular a parcela, os juros totais e o custo final do financiamento.
Valor da parcela
R$ 1.920,37
48 parcelas de 1.920,37 a uma taxa de 1,6% ao mês
Total pago
R$ 92.177,69
Total de juros
R$ 28.177,69
No financiamento de veículos (CDC, Crédito Direto ao Consumidor), o banco financia a diferença entre o valor do veículo e a entrada que você paga. Em troca, o veículo fica alienado à instituição até a quitação do contrato, e você paga parcelas mensais com juros embutidos.
A Tabela Price, usada na maioria dos contratos, mantém as parcelas fixas. Nos primeiros meses, a maior parte da parcela cobre os juros; com o tempo, a amortização do valor principal cresce. Por isso, antecipar parcelas ou amortizar o saldo devedor reduz significativamente o total de juros pagos.
O valor do veículo usado como base no financiamento costuma seguir a Tabela FIPE. Veículos com alta demanda e baixa depreciação tendem a ter condições melhores, pois representam menor risco de crédito para o banco.
Além dos juros, um contrato real pode incluir IOF, tarifas administrativas e seguro. O CET (Custo Efetivo Total) reúne todos esses encargos e é o número mais justo para comparar propostas de bancos diferentes. As taxas variam por perfil de crédito, prazo e política de cada instituição.
Antes de fechar, compare propostas de mais de uma financeira, avalie o impacto da entrada sobre os juros totais e considere o custo completo de manter o veículo, incluindo IPVA, seguro, combustível, manutenção e depreciação, que continua existindo mesmo depois de quitar o financiamento.
Pequenas decisões fazem grande diferença no total pago
Dê a maior entrada possível. Menos valor financiado significa menos juros. Cada real de entrada reduz o total pago e o risco de ficar com o veículo "submerso" (dívida maior que o valor de mercado).
Encurte o prazo. Prazos maiores reduzem a parcela, mas aumentam os juros totais. Um prazo menor, com uma parcela que caiba no orçamento, costuma ser a melhor relação custo-benefício.
Compare o CET, não só a parcela. Dois contratos com a mesma parcela podem ter custos totais diferentes por causa de tarifas e seguros. O CET é o comparativo justo.
Antecipe parcelas quando sobrar dinheiro. A antecipação reduz o saldo devedor e o cálculo de juros futuros, com desconto dos juros não vencidos.
A parcela é só o começo. Calcule IPVA, licenciamento, seguro, combustível e manutenção.
A parcela é calculada sobre o valor financiado (valor do veículo menos a entrada) usando uma taxa de juros mensal e o prazo. A Tabela Price mantém as parcelas fixas: quanto maior a entrada e menor a taxa, menor a parcela e os juros totais.
É o sistema de amortização mais usado em financiamentos de veículos. As parcelas são fixas ao longo do contrato, com os juros concentrados no início do pagamento e a amortização do principal crescendo com o tempo.
Não há regra única. Uma entrada maior reduz o valor financiado e, com isso, os juros totais. Muitos bancos financiam de 70% a 90% do valor do veículo, dependendo do modelo e do perfil de crédito.
Não. O simulador estima apenas a parcela pela Tabela Price. O custo final de um financiamento real inclui ainda IOF, tarifas administrativas e, em muitos casos, seguro, o que aumenta o valor total pago.
As taxas variam bastante por banco, perfil de crédito, prazo e modelo do veículo. Vale comparar propostas de mais de uma instituição antes de fechar. A taxa anunciada é o melhor ponto de partida, mas o valor final depende da sua análise de crédito.